PSV espera contar com Denzel Dumfries e Cody Gakpo contra o Feyenoord; Noni Madueke segue lesionado

 PSV espera contar com Denzel Dumfries e Cody Gakpo contra o Feyenoord; Noni Madueke segue lesionado

O treinador do PSV, Roger Schmidt, espera contar com Denzel Dumfries e Cody Gakpo para o jogo em Roterdã contra o Feyenoord, no domingo. Ambos os jogadores farão um teste final no sábado para ver se terão condições de ajudar a equipe de Eindhoven no domingo.

Denzel Dumfries deixou o campo de jogo na terça-feira, no final da vitória contra o FC Emmen por 2 a 0, fora de casa devido a uma lesão no joelho. Cody Gakpo sofreu uma lesão no pé contra o Sparta Rotterdam há duas semanas.

Quem já é certo que ficará à disposição de Roger Schmidt no domingo, é Mohamed Ihattaren. O camisa 10 do PSV não esteve presente contra o FC Emmen devido uma virose, mas já está relacionado para o duelo contra o Feyenoord.

A grande interrogação está em cima de Noni Madueke. O atacante saiu durante a vitória do PSV contra o RKC Waalwijk no sábado passado por 2 a 0, devido uma lesão muscular.

“Acho que perderemos Noni Madueke por três a quatro semanas” disse Roger Schmidt.

Já Mario Götze é confirmado que ele não poderá jogar o clássico contra o Feyenoord, pois está se recuperando de uma lesão. Em 2021, Mario Götze ainda não entrou em campo pelos Boeren.

“Nós, assim como todos os clubes, estamos enfrentando um calendário extremamente apertado e os jogadores estão sentindo isso. Diversos atletas estão se machucando. Além disso, nós jogamos em estádios com gramados sintéticos” completou Roger Schmidt.

Os gramados sintéticos que Roger Schmidt se referiu foi nos estádios do FC Volendam, Sparta Rotterdam e FC Emmen.

PSV e Ajax viram os concorrentes pelo título Vitesse, Feyenoord e AZ Alkmaar tropeçar no meio da semana.

“Os jogos foram de casa nesta competição são muito complicados. Mas me surpreendeu que os três times perderam em uma única rodada. Fiquei muito feliz com esses resultados” disse Roger Schmidt.

Roger Schmidt relata a falta de intensidade nos jogos do PSV e credita isso ao apertado calendário de jogos desta temporada.

“Dificilmente iremos conseguir colocar nosso ritmo de jogo em todas as partidas, principalmente em jogos com três dias de descanso. Além disso, fica complicado corrigir os erros que encontramos nas partidas. É muito mais na base da conversa com o grupo”

O Feyenoord chegará para o duelo desse domingo com três derrotas consecutivas, mas isso não deixa o confronto mais fácil para o PSV.

“Não acredito que uma equipe tão qualificada e experiente vai levar esse peso negativo para o clássico de domingo. Pelo contrário, estou muito atento a esse cenário, pois eles podem usar esses resultados negativos para se motivar ainda mais e nada melhor do que ganhar um clássico para virar a chave de uma sequência de derrotas”

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