14º Rodada

Com dois gols de De Jong, PSV vence o ADO Den Haag

PSV vence em casa o ADO Den Haag

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Havia um clube sob pressão no jogo em Eindhoven: era o PSV, que vinha de semana altamente preocupante, com empate pelo Holandês e dura derrota na Liga dos Campeões. E dentro do PSV, havia um jogador sob pressão adicional: Luuk de Jong, colocado no banco contra o Atlético de Madrid, pelo torneio continental, e sem marcar havia 855 minutos nos jogos em que atuou. A partida começou, Luuk de Jong voltava a ser titular (junto do irmão Siem, por sinal), e pelo menos os Boeren não demoraram para criar chances. Já aos 4′, em cobrança ensaiada de escanteio, Santiago Arias deixou a Gastón Pereiro, que cruzou. Daniel Schwaab, escalado na zaga, cabeceou para fora. Aos 9′, ainda houve chute relativamente perigoso de Bart Ramselaar, também pela linha de fundo.

E a pressão inicial rapidamente rendeu um gol para acalmar a torcida – e pôr fim a um trauma dos Eindhovenaren nesta temporada. Escalado na lateral esquerda (Jetro Willems está em recuperação da pancada na cabeça sofrida contra o Atlético de Madrid), Héctor Moreno cruzou a bola, Pereiro dominou na área, foi acossado por Tyronne Ebuehi e caiu. O juiz Bjorn Kuipers deu pênalti, e o próprio uruguaio afastou o primeiro fantasma do dia: cobrou, deslocou o goleiro Ernestas Setkus para o outro canto, e marcou o primeiro gol que o PSV fez da marca fatal nesta temporada.

Mais calmo, o time da casa foi tendo algumas possibilidades de marcar, embora não brilhasse em campo. Aos 22′, Oleksandr Zinchenko lançou em profundidade Arias, que dominou e driblou um zagueiro antes de arrematar. Seu chute cruzado e alto assustou Setkus, mas foi para fora. Ao ADO Den Haag, concentrado na defesa, restavam os esparsos chutes de fora da área, surgidos em contragolpes – como um de Hector Hevel, aos 20′, ou outro de Gervane Kastaneer, colocado, aos 36′. A melhor possibilidade para o 2 a 0 veio aos 43′: Zinchenko  fez passe por cima, e Ramselaar entrou livre na área. De cabeça, desviou a bola e encobriu Setkus, mas ela saiu sobre a meta.

Tão logo a segunda etapa começou, o PSV tentou ampliar a vantagem em chutes de fora da área. Num deles, saiu um escanteio. Que foi o estopim do fim do segundo trauma que estava em campo, aos 50′. Zinchenko bateu o córner citado, da direita, e Luuk de Jong se antecipou na primeira trave para desviar. O zagueiro Tom Beugelsdijk foi junto, ambos desviaram, e a bola foi para o gol, no contrapé do guarda-metas. Era o segundo gol dos mandantes – mas foi atribuído a Beugelsdijk. O fim do jejum de 910 minutos sem marcar gols só veio aos 55′, quando o capitão dos Boeren fez 3 a 0 sem que houvesse dúvidas sobre a autoria. E novamente, Zinchenko participou da jogada: lançou em profundidade Luuk de Jong para a área, e o camisa 9 apareceu livre na direita para tocar na saída de Setkus.

Ainda houve um momento de tensão aos 57′, com o gol dos visitantes de Haia. Kastaneer invadiu a área com a bola, mas antes de chegar, foi derrubado por Jeroen Zoet na área. Bjorn Kuipers marcou o pênalti claro, e Beugelsdijk neutralizou o seu gol contra marcando um a favor, ao converter a cobrança com categoria. No minuto seguinte, em jogada individual, Kastaneer arrematou cruzado, mas Moreno espanou pela linha de fundo. Depois, nova chance dos visitantes, só aos 79′, quando Mike Havenaar cabeceou a bola na trave, com Zoet pegando rápido o rebote. E mais nada ameaçou o triunfo do PSV, comemorado com alívio óbvio por Luuk de Jong: “Foi um período duro, com muitas críticas”. Críticas que serão mais leves. A temporada continua.

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